Poluição luminosa. Já ouviu este termo? Como é que algo tão essencial como a luz pode sequer estar associado à poluição? E, no entanto, está.
Durante vários séculos, habituámo-nos a acender fontes de luz artificial após o anoitecer, considerando-as naturais. Mas não o são. Os organismos vivos, tanto plantas como animais, adaptaram-se ao ciclo natural do dia e da noite durante dezenas de milhões de anos. Os nossos biorritmos funcionam de acordo com o nascer e o pôr do Sol. A interrupção artificial deste ciclo tem consequências graves, não só para a nossa saúde, mas também para o ambiente e para a economia. Mas, por que razão o aumento do nível de iluminação artificial é perigoso para nós? Vamos analisar juntos o que se esconde sob o termo poluição luminosa e o que cada um de nós pode fazer a esse respeito.


